Curiosidades: Você sabia?

No ano 495aC, um soldado grego correu aproximadamente 40 quilõmetros para dar a noticia da vitória dos gregos na guerra contra o exército persa. Esse percurso foi feito da planicie de Maratona até Atenas, e é por isso que a prova recebe esse nome e tem aproximadamente essa distância de percurso.

Os jogos dos recordes. Assim pode ser definida a Olimpíada de 1968, na cidade do México que teve 84 marcas olimpíadas superadas e 27 mundiais. O esporte que mais se destacou neste aspecto foi, sem dúvida, os saltos. No salto triplo, Nelson Prudêncio participou de emocionante disputa com o soviètico Viktor Saneyev e o italiano Giuseppe Gentile. Num intervalo de apenas quatro horas, o recorde mundial da prova foi superado nada menos que nove vezes. No final da disputa, o russo Saneyev ficou com o ouro, Nelson Prudêncio ganhou a prata e o italiano Gentile levou a medalha de bronze.

Só a partir da Olímpiada de Londres, em 1908, o primeiro colocado passou a receber a medalha de ouro, o segundo colocado a de prata e o terceiro colocado a de bronze. Antes, o vencedor recebia a de prata e o segundo colocado a de bronze e o terceiro não era premiado. O quadro de medalhas está formado obedecendo o critério atual de premiação.

Os celtas, há mais de 2000 anos, foram os primeiros a praticar o triplo salto, competitivamente nas suas festas populares.

A primeira medalha de ouro dos Jogos Olímpicos da era moderna foi ganha por um atleta do triplo salto em Atenas,  em 1896,  com a marca de 13.72  metros.

      O Salto com vara deve ser considerado, sem dúvida, como uma das disciplinas do atletismo mais exigentes. Um único salto abrange 23 execuções de movimentos em menos de dois segundos.

A história do salto com vara, encontra-se estreitamente ligada ao nome de um precursor significativo da Educação Física Alemã: Christoph Friedrich Guts Muths.                                   A primeira vitória do salto com vara data do ano de 1860, com a marca 3.32 metros.


A sul-africana Caster Semenya é hermafrodita.

É o que diz o jornal australiano Sydney Morning Herald, que divulgou os resultados dos exames feitos pela Federação Internacional de Atletismo na campeã mundial dos 800m rasos. Segundo a publicação, os relatórios provaram que ela não tem ovários, e sim testículos internos que produzem grande quantidade de testosterona. “Esse é um problema médico, não um problema de doping, onde ela estaria deliberadamente trapaceando”, disse o porta-voz da Iaaf, Nick Davies, ao jornal.  “Esses testes não sugerem nenhuma suspeita de má conduta, mas estamos procurando avaliar a possibilidade de sua condição médica poder dar uma vantagem sobre as outras competidoras. Não há uma desqualificação automática dos seus resultados por conta disso”, completou. A atleta não deve perder a medalha de ouro.


Segundo um estudo americano feito pelo Centro de Contrôle e Prevenções de Doenças, a prática da Corrida faz bem aos ossos. Foi constado que a densidade óssea aumentou 5% no esqueleto daqueles que tinha o hábito de correr.

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